Coincidência, acaso e destino

“No Universo tudo é relativo, proporcional, orgânico, funcional e operacional. Tudo se movimenta e tudo se transforma. Coincidência, acaso e destino não existem. Trata-se de uma distorção conceitual, ao interpretar situações geradas no campo invisível. Porque ainda o ser humano não está capacitado para conectar as ocorrências com as suas ocasionantes invisíveis, necessárias e estratégicas. Nada acontece por mera coincidência, acaso ou por destino. As circunstâncias concatenam-se de maneira tão perfeita, concomitante, oportuna e integrada que ensejam a falsa idéia de configurações apontando para coincidências, acaso ou destino; mas, isto não vai além de mera impressão ou sensação.

Existe uma relação cósmica, ainda inimaginável para este estágio humano. A subjetividade do homem vai muito além do que ele avalia e o seu inconsciente guarda mistérios incomensuráveis; principalmente no que tange ao principio de que tudo é relativo e proporcional, por uma inerência natural, orgânica e de sustentabilidade do Macro-Sistema Universal. Tudo o que ocorre tem uma causa, um motivo, um objetivo relacional necessário e indispensável para evitar o caos.

A sabedoria que controla toda essa complexidade é mediata, oportuna e tempestiva e sabe antes tudo o que deve acontecer no porvir, para cumprir determinada e complementar necessidade. Conjetura-se que o subconsciente humano é capaz de compreender essa complexidade invisível; todavia, ainda não estamos liberados para penetrar no âmago do mistério de tudo aquilo que é imaterial.
No contexto do ser humano existem dois aspectos relevantes. O Primeiro: somos feitos, mantidos, funcionais e operacionais por energia; qualquer descompensação energética precisa, necessariamente, ser reposta oportunamente. O segundo: todas as necessidades reais naturais que o ser humano tem nesta sua condição, são providas por um Complexo Sistema Cósmico, ao qual estamos naturalmente integrados, na condição de componentes sistêmicos.

O ser humano tem o livre arbítrio e como tal poder fazer escolhas; estas resultam em ações que repercutem cosmicamente e atraem respostas diversificadas, de acordo com a carga de conseqüências que carregam. Se andarmos em harmonia, com o Universo, receberemos aquilo que mais necessitamos.
O padrão cósmico só será revelado para o ser humano, no momento em que o próprio humano terá enfim, pleno conhecimento de si mesmo, a sua auto-revelação total e indubitável.
As coisas no sistema cósmico ocorrem silenciosas, invisíveis, perfeitas e fadadas ao triunfo; impregnadas de inteligência em todas as suas facetas e nuances.
Também existe uma forma de energia que, embora ainda não totalmente dominada pelo conhecimento humano, age de forma a estabelecer afinidade entre alguns indivíduos, por identidades homogêneas, fazendo com que ocorram fatos singulares que os aproximam na conexão cósmica. Dando a pseuda idéia de coincidência, acaso ou algo que o valha.

Tudo tem uma razão de ser, têm uma explicação racional. É inteligência permanente. Existimos em consonância e de acordo com uma magnitude maior a Força Criadora. Cada um atua no sentido parcial, nesse contexto total. Os acontecimentos desencadeiam-se para produzir a evolução tanto individual e coletiva. Nada se perde tudo se transforma para gerar a necessária mudança. O ser humano tem um controle limitado sobre certas coisas e o que está, além disso, foge à sua alçada. Um evento é sempre conseqüência de uma sucessão de pequenas escolhas”.

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Fonte: Yoga um estilo de vida

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